segunda-feira, 26 de maio de 2008

Déjà vu

Si n'importe lequel l'abstinence
Cause
insônia
Amanheceu no ponto

Se qualquer maçã
Causar fome
Virou a obligation

Si n'importe lequel
absence
Cause
multidões
Andou à l'état solide

Se qualquer palavra
Causar ruas
Dormiu dans la ville

Si n'importe lequel lumière
Cause
rótulo
Apagou le sens

Se qualquer un
Causar autre
Increpou o crisol

Si n'importe lequel água
Cause nuvens
Esfalfou a chuva

Se qualquer inspiração
Causar opróbrio
Provou la sensao

Si n'importe lequel travesseiro
Cause anelo
Pernoitou na torcera

Se qualquer volonté
Causar acier
Acenou em demasia

Si n'importe lequel bonjour
Cause au revoir
Est déjà vu...

T.R.M.O

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Poeminha miga

Adorabile ; melodia um dia

A dor a véu ; malemolência de lá

Inevitável;voz vacante

Vê-la ; Sabe a dor ia

dor em braile ; Affectione

fé quente ; Admoesta

explodirdes ; Digna

chama ; Insígnia

Sabe dor ia ; Minha
T.R.M.O

terça-feira, 6 de maio de 2008

Da desencontrada descoberta do Mundo...


Era uma vez...um dia mudo, quando o digo, não que inexistisse palavra ou lápis, era assim, muito embora esperado, obstante começara feito outro qualquer, dormindo e acordando ponto; era um dia no Espaço, que seja até lá sideral, pois àquela época desprovida de tanta tecnologia já tinham-se vazios no meio do nada e um “Mundo querendo” nascer. Um dia! Mudo e imune de um tanto querer fora exposto descoberta, sim, logo de cara, à natureza viva. Será que nascia pra suplantar dor alguma da Galáxia, ou não, foi um dado simples erro do Universo ou quem sabe as vias de fato dos quereres universogalaxiais?

A Galáxia já se tinha tanto poder e sabia até ler e escrever. Mas poder sobre quem, quando já se tudo é? Como era sozinha, não pois, arrabalde cheio de estrelas, haja estas, apenas salientarem-lhes. Embora ao mesmo tempo rápidas e longe, anos-luz, de um tanto querer. Logo, Galáxia fez um teto para a estrela cadente pegar, como se tinha tanto poder, tornou-o tão infinito quantas estrelas queriam parecer...fez-se céu. Chorou tanto Galáxia, que antes mesmo do mundo, fez mar, e a maré dizem que é a força fluxo coração da correnteza, confusa do tanto que quis, que nunca chegou, no que se diz superfície; de tanto poder criou areia terra firme, para enfim, superfície chegar...fez-se mar.

O Universo já se tinha tanto poder e sabia até ler e escrever. Mas poder sobre quem, quando já, se tudo é? Como era sozinho, sim pois, quasar singular que, de nem só um primaz em revés, esconderia, via estrela cadente saliente, a gozar-lhes um tanto querer. Poder(-se-)ia sujeitar um antes ver ou até que tudo inteiro sustasse que assim também, ainda, o tinha a outra metade que não tem cor e não pára, do coração, e como pulsa vã envolventemente...fez espectro; e a nuvem dizem que é o esforço provisório pré, sim, pintado denso cinza, que enxuga gota a gota cada átomo na espera do primeiro choro conter...fez-chuva, como quem segura raios ou trovões até onde pode e depois esvai ar razão no imensurável, tornou-se as ondas do mar que vão e vem, em vão, sempre a deixar espumas de desejo argüido, de tanto poder.

Os tantos quereres quais reproduziam-se autotroficos em infinita e imensurável razão da mente numa propagação paralela, se encontraram e descobriram justo ser algo comum e constante; como eclipse, do mesmo lugar alto do pódio onde se tentara pegar estrela cadente a passar, que feito troféu, apenas um poderia levar...fizeram-se conceber o tempo, e nunca fora assumida preexistência, embora soubessem. Não contentes e angustiados por originarem o já existente, O Universo e A Galáxia decidiram juntos, por força de a quem exercer tanto poder e querer, criar algo que quisesse nascer todo dia...fez-se o Mundo, Sol e Lua.

E ensinaram ao Mundo norte e sul no papel dizer e contradizer; tese ou antítese; dia ou noite; cedo ou tarde; Não, era o que anulava tudo, quando, Sim era o que simulava tudo. Impunham e submetiam cedendo ao mesmo tempo tanto querer. Foi quando perguntaram ao mundo: “ Queres nascer?”
O Sol disse: “Sim, quero todo dia assim no mesmo horário”; simulado sim, queria um verão eterno, desprezar as nuvens das manhãs de inverno e descumprir seu brilho.
A Lua disse: “Não, quero todo dia assim no mesmo brilho”; anulado não, queria ser lua-cheia pra sempre, desprezar as noites obscuras e descumprir suas fases.

Nesse dia mudo A Galáxia e O Universo puseram-se a homologar o quê Mundo (Sol e Lua) precisava saber e descobrir, muito antes por si.... Foi quando disseram-o:
"Descobres que":
T.R.M.O

...Às descobertas desencontradas pro Mundo

i. "o mal talvez, estaria na complexibilidade enfática além de uma simples percepção de valores assumidos tais. Hilário, um tanto quanto equivoco, quando como aquela boa lembrança de primeira impressão não mais infligir;

ii. o mundo, emaranhado de olhares e falares mudos tudo em todas as cores e direções, sem que descubras sua verdadeira linguagem, não parará de comunicar-se;

iii os olhares, são como apenas, o refletir do sol in speculu, cega olhar o olho, inabilita e carrega alguns minutos na retina o próprio reflexo do que não se quer mais ver;

iv. os olhos fechados no pensar profundo é estar no céu e cada pensamento representa uma estrela, tem seu lugar e brilho;

a lua, é só o sol in reflectere;

v. o mundo livro velho alfarrábio, esses retalhos de escritos que dizem Bíblia viva, com a certeza: 'serão bem aventurados, personagens mundanos de índoles verdadeiras aventureiras, a nascer com dom tudo entender e rotular; vocativa ação de quem vem de tanto querer paralelo';

vi. 'obrigado, bom dia e até a próxima' resumem-se em ironia, e tudo aquilo que se vê, pensa que é (em ter) e tem; mas não sabe, pois acaba de perder porque emprestado é melhor;

vii. a palavra dita, o quanto amou, nos olhos quanto mentiu e o corpo o quanto já anda;

viii. mundo mesmo, é uma selva de pedras bem pequeninas postas para um tropeço urgente, visto que, pedra grande desviar se ia de longe. E o mesmo mundo nunca mudou apenas alguns, personagens o fazem e esquecem de avisar, ou esquecem de perceber;

ix. coisas, que ficarem por fazer, palavras intercalarão, olhares interpostos, lugares ides, semblantes esquecer e leva, livros emprestados pela metade...;

x. a certa idade tolerância passardes não da vaidade;

xi. o enquanto pensar mente é um jogo, poder ser, continuar jogo só, de sol a sol com próprios sentidos. Embora ganhe-se e perca, nunca sabe, se tudo parece igual é que de fato o deve ser, olho do ser condiciona-se a dor mente vida e ou game, jocari, houver...;

xii. a vida, dom dado, feito papel em branco, alma lápis de cores. E viver é o lapidar momento cada descoberta;

xiii. a liberdade, de o facere pensar acreditar e próprio corpo negar, mesma dor quarere pensar acreditar e próprio corpo negar;

xiv. também (descobres) o Deus mais ingênuo, lhes a pagará os pecados, não atrase o dízimo ou assim que puderes ides, tens garanctido espaço no céu;"
T.R.M.O