O Enigma do "ó" e a agulha
Primeiro sim; agulha, que perfuras
Sozinha e sem quê, queira, que venha
Atrás. Qual fosse o elo do "ó" altivez
Quando submerges novelo de linho, e paira a palha.
Problema, a quem pinta ou borda?
Quando transbordas plano, grimpa tamanha, que
Finda linho, lógica vaidade, inibir que quer pano.
Sozinhos, lho e linha, pelo palheiro perderem-se;
Segundo sim, "ó" do nó, qual une e costura postura.
O Dilema do "é" e o papel
Que serão; prontos a enfrentar branca folha, agulha e linho.
Adregas além dos panos, a pressa da tinta grafopalpite arrisca
Um ponto ou o próprio "é", antecipam-nos céu estrelas
Quão empáfias de inércia, quedam-se à sanha dantes vista.
Eis, sabem dimensões quaisquerem, se espaço concedem
Seja em condição que quer caneta Bic ou
Mont Blanc. Condescendem-se não submeterem a-los.
Mas o "é" então fica,
start, a olhar abique
O desvelo, denodo cogitando, orgulho fosse...
T.R.M.O.