quarta-feira, 12 de novembro de 2008

...Lua


Leva-me longe
Leva-me léguas

Numa noite cheia
Numa noite dessas

Leva-me vê-la
A mar afora

Caravela
Lev’ela e eu

Lev’eu e ela
Envolvidos

Leva-nos laço
Leva-nos luz

Numa noite cheia
Numa noite dessas

Leva-nos nós
Leva-nos além...

T.R.M.O.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Mais um...

Olhar além...
Não é questão de chegar a tal idade, certo
Eclectismo, sabedoria ter ou até, ser ladino
E convencer tal farsa posta à criatividade;
É condição existencial do ser humano.

Parte, daquele emaranhado de coisas pequenas
Quais que ninguém, pois já, pôde de fato ensinar
Por nascermos sabendo. E afirmo com perguntas;
Crianças. Quê, primeiro aprendem, falar? ou olhar?

Olhar além...
Não é reconhecer intenções
Projetar um futuro standard
Ou persuadir apáticas ilusões;
É olhar com identidade.

Identidade é a marca autenticada das elegidas
Quais que engendrastes, pois já, de fato vestes tu
Como se o Mudo reafirmasse, assim que olhas;
“Olha, que eu sou aquilo que você me seduz”.

Olhar além...
Não é prever verdade ou mentira, antevê-la
Imparcial e acolhida na postura adotada
Ou na vanglória de um momento tanto vil;
É olhar toda ação -tentação- e não ver nada...

(...)

É só mais um poema:

Nunca acaba...
T.R.M.O.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Dos Resumgos:

Brincadeira que nunca foi de criança

Sin-ce-ra-men-te...
Se sim, será mente
Assim seriamente?

Certamente...
Uma semente
Derivada

Mente...
Grande arma
Da sobrevivência:

Men-ti-ra!
Rodou
Roda-viva

Cresceu
Viva
Peão!

T.R.M.O.