Parnamirim, Iputinga, Caxangá. Cadê? Derby, Aflitos, Boa Viagem. Gritos
Itamaracá. Ela ta lá?
Guararapes, Suape, Santo Agostinho. É pra lá
Praça da Sé. Será que ela vem?
Olinda, tens brilho olhar
Irradias fantasia qualquer
Antigo, bem à noitinha
Antigo, bem à noitinha
Bloco do eu sozinho
Alegrias Lascivas
Expectativa aplacada
Em cada pedaço de gente
Qual sente cidade cantar
Noite dia lépido carnaval
Que não conheçe fim
Espectro um frevo
Sob sol testemunho
Pedras da cidade
Pedras da cidade
Sabem cantar
Corações põem-se num compasso
Descansado, pronto marcando
Calado, pra não ver dias passarem
Calado, pra não ver dias passarem
Trabalha, porém, é mais carnaval
Que para o ano (e) vem
Pela alegria, mais parecia
A piracema dos seres humanos
Amontoando-se em paz
Meras presas sobrestimeis
Amontoando-se em paz
Meras presas sobrestimeis
Num ballet fende
Predadores naturais
Salvem, Salve. Capiba, Recife e o Carnaval!!
T.R.M.O

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