segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Sobre a ilusão


Uma ou outra quimera, ora colorida, sumptuosa emergida, alcança ares feito califa, albatroz ou, a mesmo popular pipa; propala silhuetas ariscas, às mãos do moleque quanto mais linha, mais alto, mais euforia... – combustivel do vôo – a rabiola se sacode feliz da vida, debuxa entre fios de alta tensão, a disparar atenções; voa à toa, voa lépida voa, flamívelo vôo confinas à linha no desafiar do céu, presas às extremidades do indicador e polegar gesticulando “adeus”, co’a mão fechada propõe manobras. Pipa papel, quimera empinada lá em cima no céu da cidade, trafegas pelas nuvens pela linha apresa, quando voas tão alto esqueces de voltar.
T.R.M.O.

3 comentários:

Tata disse...

A vida, os amores e a pipa.

Lindo o escrito.

Vou te adicionar aos links também, ta?

Diabom.

Insolente disse...

que lindo seu texto =)
e obrigada, q sorte vc ter me descoberto! ja ja linko o alfarrábio tb ^^
bjos

Anônimo disse...

Primo,

ficou muito bom o texto!

o blog tá cada dia mais rico

abração