quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Sobre a redundância (ou a profecia)

Alimentam algumas mentes desde muito antes, que subsiste, ao longo dos tempos um dado momento evidente quais todos, na espreita da vã estima ilusória, indagarão-se: “será mesmo aquilo, quisera profeta dizer, no afolho do cartapácio”, e põem-se a perquirir, entre espirros, folha por folha, todas palavras e virgulas...ou; “se era mesmo aquilo, quiseram afoitos, dizeres olhos dela”, e põem-se a percorrer, entre verossímeis, azo por azo, todos parlatórios e dossiês, no fechar dos olhos. O profeta já morreu, não está entre nós, só resta releitura; e ela (a profecia) já se fora, não está entre vós, só sobra sobejo. Deles.
T.R.M.O.

2 comentários:

Anônimo disse...

Tomou a liberdade de me adicionar aí no canto esquerdo do seu blog? Ousado você...rs

Volto depois, pra te ler com mais calma...

Um abraço!

Unknown disse...

Êêee!Mto bacana o texto, seu moço! Adorei a contrução e a progresão da leitura! PArabéns! =) Me amarrei no novo layout da página tb.. Escreva maaais! BejinhO! =o*