Nuvens
Rasgadas
No céu da tardinha
Alumiadas pelo sol
Indícios de calafrio pele branca
Separadinha plena quente vento
Soprado da minha boca
Abria beijo passagem
Pêlos poros paralelepípedos
E eu tropeçando com todo cuidado
Por cada esquina do teu corpo
Feito a destreza de um bêbado transeunte
Andava sutil sem calcular o próximo passo
Firme que o corpo tem de sustentar
E se caísse cairia embriagado no teu abraço
Cairia com todo cuidado de não mais levantar
Rasgadas
No céu da tardinha
Alumiadas pelo sol
Indícios de calafrio pele branca
Separadinha plena quente vento
Soprado da minha boca
Abria beijo passagem
Pêlos poros paralelepípedos
E eu tropeçando com todo cuidado
Por cada esquina do teu corpo
Feito a destreza de um bêbado transeunte
Andava sutil sem calcular o próximo passo
Firme que o corpo tem de sustentar
E se caísse cairia embriagado no teu abraço
Cairia com todo cuidado de não mais levantar
T.R.M.O.
3 comentários:
D-i-v-i-n-o, sabia?
Seus poemas são vida, suas palavras tem esse dom de transformar qualquer coisa que seja em vida.
É isso. :)
Nossa! Esse poema é uma declaração de amor.... Muito bom!!
bjs.
Lindíssimo esse poema! Quem não anda trôpego nos caminhos do corpo de alguém?
Abraço!
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